segunda-feira, 30 de abril de 2018

O Bom Samaritano

Dando seguimento à rubrica que fez a penúltima publicação do blogue já encerrado, avancemos com mais uma história que Jesus contou e que tem tudo a ver com a publicação anterior deste blogue. Não se intitula parábola, porque pode ter sido relato de uma situação real, ocorrida.

Lucas 10:25-37


Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?”
“O que está escrito na Lei?”, respondeu Jesus. “Como você a lê?”
Ele respondeu: “‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”.
Disse Jesus: “Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá”.
Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “E quem é o meu próximo?”
Em resposta, disse Jesus: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. 31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. 32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. 33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. 34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. 35 No dia seguinte, deu dois denários[c] ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’.
“Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”
“Aquele que teve misericórdia dele”, respondeu o perito na lei.
Jesus lhe disse: “Vá e faça o mesmo”.

Temos quatro personagens nesta história: um pobre infeliz judeu que foi atacado por ladrões e ficou quase morto à beira da estrada; o sacerdote, consagrado a Deus, que vinha de servir no templo, após um dia de orações e sacrifícios, mas tudo indica que deixou Deus no templo e não fez caso do pobre infeliz, quase morto à beira do caminho; o levita, descendente de Levi, tribo separada para os trabalhos no templo, deveria no seu coração sentir necessidade de ajudar um infeliz, mas deixou-o sem assistência; o samaritano, uma mistura de judeu e gentio, odiado pelos judeus, foi o único que se dispôs a ajudar aquele homem indefeso e fez tudo o que pode por ele.

O relato é uma bela explicação da lei de amar ao próximo como a nós mesmos, sem acepção de nação, partido, nem outra distinção. Também estabelece a bondade e o amor de Deus nosso Salvador para com os miseráveis pecadores.
É o nosso dever, em nosso trabalho e segundo a nossa capacidade, socorrer, ajudar e aliviar a todos os que estejam em apertos e necessitados.

Ser voluntário é estar sempre comprometido com o bem estar alheio, seja em que circunstâncias for.

Voluntariado

                                               

Confesso que a ideia do tema não é minha, embora me seja muito querida.

Li-a em dois blogues no mesmo dia, em formatos diferentes, de pessoas com idades e vivências diferentes e publicações de datas diferentes.

Achei que deveria partilhar os links para quem quiser ir ler.

Ser voluntário é...

Meu comentário:
Se amamos verdadeiramente os outros, somos voluntários, mesmo que seja em atos de que nem nos demos conta. Sou voluntária da Adra (Associação Adventista para o Desenvolvimento Recursos e Assistência), na delegação da Póvoa de Santa Iria há três anos e quero continuar.


Voluntariado: fazer ou não fazer?

Meu comentário:
Ser voluntário - um verdadeiro voluntário, porque os há dos outros - é deixar que o amor genuíno que temos pelo próximo, passe a ações! Com isto quero dizer que deve ser bom ser voluntário nessas grandes organizações e causas, onde tanta gente precisa de ajuda, mas um gesto de amor por um sofredor que nos aparece pela frente, é um gesto voluntário para diminuir o seu sofrimento.


Com conclusão, partilho o lema da Adra, pelo qual podemos perceber que não precisamos de grandes atos para sermos chamados voluntários.

MUDANDO O MUNDO, UMA VIDA DE CADA VEZ.

(imagens recolhidas da net)




sexta-feira, 27 de abril de 2018

O Blogue do Meu Coração



De vez em quando dá-se-me assim umas coisas e tomo decisões... já me aconteceu arrepender-me e voltar atrás, já me aconteceu arrepender-me e não voltar atrás, ainda assim... tomei esta decisão.

Devido a tanto o que temos para fazer, no dia a dia, está a tornar-se cada vez mais difícil manter uma certa assiduidade nas publicações e não gosto de ter um blogue onde escreva apenas uma vez de vem em quando...

Como tal, encerrei o outro blogue que tinha e onde costumava publicar opiniões sobre livros. 

Uma vez que o meu primeiro amor - o blogue do meu coração é este 



e dura há dez anos, vou mantê-lo, e como o motivo que o fez criar está a esmorecer - pela falta de tempo já referida - vou passar a publicar nele TUDO o que na hora me aprouver, ou seja, também, o que antes publicava no que encerrei.

Por isso, peço aos meus queridos seguidores - a quem agradeço todo o tempo que perdem por aqui - que tenham paciência e não se aborreçam se aparecerem publicações de temas diferentes dos que estavam acostumados.

Poderão encontrar publicações que lhes interessem mais e outras menos, e outras ainda nada, mas prefiro assim, ter apenas um e tratá-lo como merece.




quinta-feira, 19 de abril de 2018

Livro - O Poder da Esperança

No meio dos nossos afazeres, domésticos, trabalho, artes de tempos livres, às vezes é difícil conseguir um pedacinho de tempo para ler, mas quando gostamos e queremos, desdobramos-nos e até conseguimos.

E quando os livros não são muito grandes, torna-se mais fácil, para não ficarmos perdidos a meio da leitura - embora eu ainda assim, prefira os livros "grossos".

No entanto, e porque gosto que toda a gente leia... e se puder contribuir tanto melhor - tenho exemplares deste livro, de apenas 133 páginas, para oferecer a quem manifestar interesse e quiser receber.

Podem ver no meu cantinho da leitura AQUI  o resumo que lá está.



Não é porque me quero desfazer deles, é porque esta foi a única forma que encontrei de fazer chegar este livro a outras pessoas que não estão fisicamente ao pé de mim...



quarta-feira, 14 de março de 2018

Eu e as cozinhas

Este blogue não é de forma nenhuma um blogue de decoração, mas como é um blogue para eu publicar o que me dá gosto e me apetece, vou falar de cozinhas.
De vez em quando, é tema que se repete.

Acho que me vou repetir, mas já disse aqui que não gosto dos azulejos da minha cozinha, mas ainda não houve possibilidade de os trocar, ou tapar, por isso, ali estão eles todos os dias a darem-me os bons dias.
Para me esquecer deles, vou pintando os armários e já vou na segunda cor. Como estão a precisar de nova pintura, chega a minha indecisão: manter (não sei se acho igual o tom de verde água), repito a anterior (que é um beije fácil de encontrar) ou pinto com nova cor (por exemplo um tom de azul)?

Mas não foi para isso que vim publicar esta mensagem, foi para saber que tipo de cozinhas vocês gostam mais. Rústicas, modernas, cheias ou clean (no termo adequado ao post porque limpas todas gostamos)? Isto por conta de um comentário que fiz num blogue sobre cozinhas.

Escolhi umas quantas fotografias de cozinhas que tirei DAQUI











Eu pessoalmente gosto de cozinhas personalizadas, coloridas e cheias de história, sensações e recordações e acho que uma cozinha "clean" não permite isso.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Dia da mulher ou dia desta mulher


Ontem no dia da mulher... fiz o que faço todos os dias, ou quase todos, da semana:

Levantei às 6:20 e fui passear os cães, mais o marido. Chovia!


Cheguei a casa, enxuguei os cães, sacudi o lençol que tenho aos pés da cama para quando eles querem ser gente e fui tomar banho.

Às 7:05 dei comer aos cães e fui tomar o pequeno almoço.

Às 7:25 estava a ler a minha Meditação Matinal, fiz a primeira oração do dia e sai para o trabalho.





Caminhei cerca de dois quilómetros e às 7:55 estava a entrar no escritório. Trabalhei até às 12:00, quando saí para almoçar.

Caminhei os mesmos quilómetros de volta e a meio fui à loja.

Cheguei a casa fui passear um dos cães, que o outro já tinha ido com o meu filho e de seguida almocei.

Saí de casa às 12:50, caminhei os mesmos dois quilómetros e cheguei ao trabalho às 13:05. Trabalhei até às 16:40 e saí.

Caminhei os mesmos quilómetros de volta. Fui à loja e cheguei a casa.

Passeei os dois cães (um de cada vez que não tenho pedalada para os passear em par) e fui a outra loja porque o pão mole só chega depois das 17:00.


De volta a casa, dei um jeito no que estava desarrumado, avancei com o jantar, apanhei roupa mais ou menos seca que coloquei no interior em estendal aquecido (só coisa fina) e estendi o que tinha sido lavado.

Tomei banho, pus a mesa para o jantar, dei comer aos cães.

Às 20:30 estava a passar a ferro, às 21:30 acabei.

Voltei a sair para passear os cães, com o marido (uma repetição da manhã). Chovia!

Cheguei a casa, às 22:00, enxuguei os cães e fiz um chá. Finalmente - repito, finalmente!! - sentei-me no sofá a saborear o meu chá, a dar uma olhadela na televisão, mas especialmente a ler.

Deitei-me cerca as 23:30, depois da ultima oração do dia e adormeci- que eu adormeço rápido.

Com poucas variantes, este é um dia normal para esta mulher!  E ainda assim, tenho tudo para estar grata a Deus!!

Resumo: Gasto o dia a passear os cães, a subir e descer escadas (que tenho 3 lances de escadas da rua até casa) e faço de caminho entre casa e trabalho 8 quilómetros todos os dias.
Atividade não me falta, mas há dias em que me canso, como a outra gente e ontem foi um deles!




sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Restauro de móveis - mesa de pão

E para não ficarem a pensar muito na saia do ultimo post, resolvi terminar a semana com uma coisa diferente.
Não sou muito boa recuperadora de coisas como a nossa blogueira amiga Val do blogue L'Avion Rose.
Gosto de coisas antigas, velhas e não tenho qualquer problema em aproveitar o que outros não querem, e até vejo sempre as possibilidades que terão, mas quanto ao restauro e transformação fico-me mesmo por pinturas e já está.

Com a mudança de instalações da empresa onde eu trabalho, descobri no armazém uma mesa de pão que existia na empresa quando eu para lá fui há quase vinte anos, onde costumava estar a máquina do café e afins.

Tem o tampo um bocado maltratado, por anos de acidentes aquáticos e nenhuma manutenção, mas tenho uma ótima ideia para ela.





Para já, vai ser lixada no tampo com lixa grossa, na tentativa de disfarçar os danos e lixa mais fina no resto, só para tirar o pó pois apresenta-se sem outros danos.

Depois, provavelmente será envernizada, se nada mais me ocorrer e vou dar-lhe bom uso. 
Ou seja, há falta da tal escrivaninha que falei aqui e que mostro abaixo, que é o meu sonho de consumo, vou colocá-la num lugar estratégico da minha sala, e passará a guardar a minha tralha toda, para que fique fora da vista dos desinteressados. Só não tem gavetas, porque de resto...





Costura - saia em execução...

Só para atualizar o estado da tal saia.
Cosi as costuras como devia ser, coloquei o fecho e o forro, cosi o cinto e fui experimentar para tirar medidas para a bainha




Vesti, mirei-me ao espelho e NUM GOSTEI!!!

Gosto da saia fora de mim. Gosto do cair do tecido e do armado do feitio, mas não em mim.


Uma vez que não tenho corpinho de bailarina, como a querida Patricia disse, este feitio de saia,
 neste tipo de tecido, não cai bem em mim.
Fico bojuda e não gostei de ver.

Portanto, este fim de semana é para desfazer o que fiz e testar num feitio direito.
Voltarei dentro de dia com novidades.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A cake a day - Bolo de leite condensado

Claro que não é um bolo por dia e se calhar nem por semana, mas tinha pensado em colocar este titulo quando publicasse algum dos bolos que a Nina me obriga a fazer. Sempre que passo no blogue - O meu pensamento viaja - e vejo publicações de bolos é a minha desgraça.
Ando a confeccionar bolos com uma frequência que há muito tempo não se via lá por casa.

Avancemos.
O ultimo foi ontem e foi receita de iogurte, misturando uma parte de chocolate, todo com produtos sem lactose - a pedido.
Mas como é uma receita básica e não teve qualquer inovação, tal como glacés ou algo assim, venho publicar o penúltimo que por mera coincidência calhou no dia 14 de Fevereiro.

BOLO DE LEITE CONDENSADO


A foto não é minha, mas do que encontrei na net, porque não tive tempo de tirar foto ao meu, foi o que mais se assemelhou ao resultado final, lá do de casa.

A receita é DAQUI e aviso já que se fizerem uma vez, vão querer repetir. Pela facilidade e pela delicia que é.
Eu vou repetir, de certeza!


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Costura - saia em execução

Para não acharem que desisti de costurar a saia, aqui estão as fotos que tirei no fim de semana, depois do cós montado e  alinhavado.
Perdoem a falta de qualidade, brilho, claridade, etc, das fotos... mas foi mesmo e apenas para verem que a coisa segue...



Falta coser as costuras e o cós, como deve ser e colocar o fecho, que será do lado esquerdo como manda o figurino, apesar do excesso de tecido, na foto parecer que está à direita (é do reflexo do espelho). 
Só depois passarei à bainha.
É um tipo de saia que não me parece que fique bem demasiado curta, mas também não pode ser muito comprida dada a minha altura.
A ver vamos. Estava a provar e a pensar se teria sido boa ideia este modelo, já que o tecido arma muito - embora tenha sido esse o motivo para a primeira escolha do modelo.
Não sei se depois deste esforço todo (muito pouco por acaso) não acabará mais uma saia direita.


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Bolo tipo mármore

Chamei-lhe assim porque nem faço ideia que tipo de massa produz o bolo mármore. Só sei que com massa sem e com chocolate. Por isso...
Ontem à noite, culpa da Nina, tive que fazer um bolo e como tal resolvi inovar.
Não usei a habitual forma de chaminé e como não tenho uma forma redonda que se veja, usei um tacho antigo que perdeu as pegas e que normalmente uso para cozer o bolo de natal (que não tem buraco no meio).

Pus em prática uma ideia que vi uma vez no facebook e saiu assim:








Não há receita mais simples que esta. Utiliza-se a receita do bolo de iogurte (5 ovos, 5 chávenas de farinha, 5 chávenas de açúcar - costumo usar branco, mas desta vez usei do amarelo - 1 chávena de óleo (ou leite para quem é esquisito) e em vez de dois iogurtes, um pacote de natas e mais um cheirinho de leite).
Foi só separar a massa em duas partes, e uma das partes levou chocolate em pó, a gosto. Depois é dar largas à imaginação e ir juntado na forma, sempre deitando a massa uma sobre a outra, no centro.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Lençóis ou cobertores

Só estou a escrever isto, porque vi uns pendurados a secar e pensei em tudo, menos em lençóis.

De certeza que o nome de lençol é o nome correto para certos jogos de roupa de cama que existem por aí?

Começaram por ser de flanela

Passaram para os polares de várias espessuras


E agora vamos nos de coralina.
Não uso de nenhum desses, porque não gosto, mas não ponho em causa o quentinho e o conforto.
Mas não era mais fácil, deixar de usar lençóis? Era menos um item, na hora de fazer a cama e quem não usa edredon, sabe como o numero de peças se multiplica nas camas, de inverno.

Ok. Vão dizer que secam muito mais depressa que os cobertores (e até que os outros lençóis). Secam sim, já testei, embora não os use.
Mas assim, chamem-lhe cobertores suaves, finos, interiores, o que quiserem.
Não chamem lençóis a tecidos peludos.









terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Costura

Depois queixo-me que não consigo fazer isto, e acabar aquilo, e tal e tal...
Com coisas planeadas desde antes do Natal, resolvi que era agora que ia por mãos à obra e fazer uma saia com um tecido que tenho em casa há mais de um ano.
É tecido para inverno e convém usar antes de acabar o inverno.

O caricato é que quando comprei o tecido, foi com intenção de fazer umas almofadas (como é que é????), mas achei que era mal empregado e aí decidi-me pela saia.
Eu até preciso de uma saia de inverno e de preferência fora do modelo habitual que uso.

Quando uso saia, costuma ser direita.

Vou variando nas cores e no padrão do tecido ou no tipo de tecido e pouco mais.
Mas apeteceu-me ter uma saia com pregas, tipo esta.
Se não gostar de me ver com ela, depois de tudo alinhavado, tenho duas soluções: faço mais uma saia direita, ou faço as benditas das almofadas.

O tom de azul não está nem próximo da realidade que é lindissimo e apesar de parecer uma malha ou algo assim, não é e não tem elasticidade nenhuma. É tudo efeito.

Mostrarei o resultado final, mesmo que não seja concluída tal como está, para já, planeada.





Prendas

Não é nada de extraordinário, é só para avançar no ano que o Natal já lá vai. E já me desconsolava ver o blogue sem atualizações.

Fiz dois gatos, um igual ao modelo que fiz há tempos e outro de outro modelo, com a cauda pendente.




Um deles não tinha pressa, pois não era para o Natal. E à conta de "não pressa", fiz o gato e não há meio de o enviar a quem o encomendou. Quando o enviar não vou cobrar, claro. Só pela demora. Existe uma razão válida para este atraso - quero enviar um mimo, feito por mim e ainda não consegui fazer.

O outro gato era de uma encomenda anterior para oferecer no Natal a uma menininha e uma capa de livro para a mamã.




Desta vez resolvi não misturar padrões, levar tudo mais discreto e confesso que gostei muito do resultado final.

Tenho outro cortado, mas ainda não viu execução.

E estas foram as minhas manualidades de antes do Natal.
Há umas quantas coisas que gostaria de fazer, mas ainda não consegui meter mãos à obra. Pode ser que agora as coisas acalmem e eu avance. Pelo menos, quero ver se faço o que me falta, para enviar o gato para a sua dona.